João Borges e a boa arte popular »

A arte de João Borges, piauiense morador de Timon, no Maranhão, é simples como o assunto retratado. Lá no site dele (que peca pela música de fundo), dá para ver mais esculturas como a acima. Gostei delas, algumas têm movimentos tão familiares para quem conhece o sertão, que até bate uma ponta de saudade.

Lembrança boa no meio da tarde: A Casa de Astérion »

Só porque a amnésia desejada do Inagaki me fez lembrar neste final de tarde modorrento. Alguém já leu “A Casa de Astérion”, do cego Borges? Começa assim: “Sei que me acusam de soberba, e talvez de misantropia, e talvez de loucura. Tais acusações (que castigarei no devido tempo) são irrisórias. É verdade que não saio [...]

Grandes questões universais do esporte »

Meu esporte predileto é implicar com o esporte (com religião também é bacana). Não que tenha algo contra a atividade em si, o que não suporto é a indústria, distorcedora de todos os ideais e criadora de motos contínuos de inutilidade. Calha do esporte ser o melhor exemplo e não há nada que se fazer [...]

Papo pseudo-intelectual: trechos de livros que ficaram na memória »

Este é o primeiro de dois posts que nasceram de conversas de bar ou informais (como diria uma amiga, papo pseudo-intelectual) sobre livros. Geralmente é o tipo de assunto que não leva a nada, porque ou existem as preferências que beiram o fanatismo ou a pessoa quer saber de literatura como de sexualidade das doninhas. E, claro, o álcool [...]

Pop-Up: Mal Vicioso, Estado de Circo, Iftk e Obvious »

Este texto foi originalmente publicado na edição do Diário do Nordeste do dia 07 de Abril de 2007.
Mal Vicioso
Escrito pela Carol e pelo Tiago (não existem mais informações), o Mal Vicioso foi responsável por uma das melhores séries de posts de 1º de Abril, com direito a morte de George Bush e assassinato do Coelhinho [...]

Entrevista com Ariano Suassuna »

A entrevista a seguir foi desencavada de um arquivo pessoal quase esquecido. Ariano Suassuna nos recebeu em 1995, na Secretaria de Cultura de Pernambuco, em Recife, para uma conversa longa, que durou cerca de duas horas e meia.
Ela foi realizada durante a cadeira de Jornalismo Impresso, ministrada por Ronaldo Salgado, na Universidade Federal do Ceará. [...]

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