A reprodução pela Folha de São Paulo (em link aberto no Observatório da Imprensa) do ensaio de Eric Alterman para a The New Yorker, “OUT OF PRINT - The death and life of the American newspaper“, é uma das mais sintéticas leituras sobre a crise dos jornais norte-americanos no final da primeira década do século.
Embora [...]
Americanos são estranhos, essa cadeira seria perfeita em atividades mais mundanas, mas eles a vendem como perfeita para se usar no trabalho. Isso deve ser um inferno. Mas se você se interessou, tá de US$ 293 aqui.
Quem viu nos idos dos anos 80 o filme A Garota de Rosa Shocking e tinha um mínimo de bom gosto já desconfiava que o americano médio não é exemplo de elegância, afinal ter o sonho de vestir-se por inteira de rosa, caso da personagem principal da película, não é o mesmo que sonhar com [...]
Todo mundo no universo (menos você que está visitando este blog pela primeira vez) sabe que Pedro, agora com 13 anos, é meu filho. Não só filho, mas companheiro de horas vagas, parceiro de tédio nos domingos, grande jogador de gamão e fonte inesgotável de ironias e toques de sarcasmo (puxou à mãe, culpa dela).
[15:48] Pedro: ei qual é a utilização de modelos atômicos no dia-a-dia? [15:48] Leonardo Fontes: er... [15:48] Leonardo Fontes: cof cof [15:49] Leonardo Fontes: er... [15:50] Leonardo Fontes: ... tu sabe como coloca uma camisinha? [15:50] Pedro: sim [15:50] Leonardo Fontes: tu não tem curiosidade sobre como usa e tal? [15:50] Leonardo Fontes: posso responder isso, sem pró [15:51] Pedro: ¬¬
Todo interneteiro inveterado como eu deve achar a campanha de Barack Obama na internet um modelo a ser seguido, e é. Mas o mérito da campanha democrata não é apenas na internet, é também e principalmente no mundo real, como fica claro nos buttons, alguns hilários (vide exemplos na imagem), que marcam presença nas roupas dos militantes. Enquanto isso, McCain mantém uma linha mais austera e menos simpática.
Não sou um sujeito esportivo (futebolístico então nem se fala) e tão pouco conhecido pelo meu esfuziante otimismo, mas não vejo motivo para choro na derrota do futebol feminino para as americanas - na verdade, ainda não vi motivo para choro em nenhuma derrota brasileira nesses jogos. Pela primeira vez, vi pessoas comuns (leia-se aquelas que não são fanáticas por tudo quando é esporte com bola), em uma mobilização digna de partida de final da seleção masculina. Essas meninas podem ter perdido o jogo, mas conseguiram elevar de categoria uma modalidade de esporte considerada de segunda até bem pouco tempo. A meu ver, uma vitória histórica, sempre muito mais valiosa que essas passageiras de 90 minutos.