Este será um post atípico no BlogueIsso! pelo que tem de serviço, não de opinião, brincadeirinhas bobas ou curiosidades. Resolvi fazer uma seleção dos locais que são de maior interesse para um turista visitar Fortaleza, a capital da Terra do Sol. Embora existam melhores guias, mais completos e profissionais na internet, o objetivo é que [...]
Nísia Floresta, ou Dionísia Gonçalves Pinto, é tida por alguns como “a mais notável mulher que a História do Rio Grande do Norte registra”. A poetisa nascida em 1810, na então chamada Papari (que depois adotaria o nome de sua ilustre moradora), provavelmente detém um outro título, menos nobre, a de descansar em um dos [...]
Douglas Adams tinha razão, não há objeto mais útil em uma viagem que a toalha. Pude atestar esta verdade em 30 dias de estrada, quase 3 mil quilômetros de idas e vindas entre Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. Ela serve para tudo, das mais prosaicas das necessidades às mais complexas.
Como não sou um [...]
Todo mundo no universo (menos você que está visitando este blog pela primeira vez) sabe que Pedro, agora com 13 anos, é meu filho. Não só filho, mas companheiro de horas vagas, parceiro de tédio nos domingos, grande jogador de gamão e fonte inesgotável de ironias e toques de sarcasmo (puxou à mãe, culpa dela).
[15:48] Pedro: ei qual é a utilização de modelos atômicos no dia-a-dia? [15:48] Leonardo Fontes: er... [15:48] Leonardo Fontes: cof cof [15:49] Leonardo Fontes: er... [15:50] Leonardo Fontes: ... tu sabe como coloca uma camisinha? [15:50] Pedro: sim [15:50] Leonardo Fontes: tu não tem curiosidade sobre como usa e tal? [15:50] Leonardo Fontes: posso responder isso, sem pró [15:51] Pedro: ¬¬
Todo interneteiro inveterado como eu deve achar a campanha de Barack Obama na internet um modelo a ser seguido, e é. Mas o mérito da campanha democrata não é apenas na internet, é também e principalmente no mundo real, como fica claro nos buttons, alguns hilários (vide exemplos na imagem), que marcam presença nas roupas dos militantes. Enquanto isso, McCain mantém uma linha mais austera e menos simpática.
Não sou um sujeito esportivo (futebolístico então nem se fala) e tão pouco conhecido pelo meu esfuziante otimismo, mas não vejo motivo para choro na derrota do futebol feminino para as americanas - na verdade, ainda não vi motivo para choro em nenhuma derrota brasileira nesses jogos. Pela primeira vez, vi pessoas comuns (leia-se aquelas que não são fanáticas por tudo quando é esporte com bola), em uma mobilização digna de partida de final da seleção masculina. Essas meninas podem ter perdido o jogo, mas conseguiram elevar de categoria uma modalidade de esporte considerada de segunda até bem pouco tempo. A meu ver, uma vitória histórica, sempre muito mais valiosa que essas passageiras de 90 minutos.