Se eu tivesse posts com a escolha de um comentário da semana (o que é até uma boa idéia), certamente o escrito pela leitora Mônica seria o destaque de hoje. No post curto sobre os Simpsons da TV Globinho, em que defendo que o desenho não tem nada de ruim, na verdade só tem a [...]
Luiz Marcelo Diniz, em texto curto de hoje no Blue Bus, cita o lógico, portanto muitas vezes imperceptível: para que uma televisão com tecnologia digital se as fórmulas da programação de sucesso no Brasil são, digamos, analógicas? Será como um milagre, de repente as pessoas pararão de ver Chaves e Chapolin Colorado para adotarem algo [...]
A propósito, hoje é aniversário de 80 anos de Ariano Suassuna. A última entrevista no Jô Soares você vê abaixo e a que fizemos em 1995 aqui. Gilmar de Carvalho escreve sobre a data no Diário do Nordeste de hoje.
“?gua é o bem mais finito do planeta”. Mais finito? Qual será o menos finito? Mas, vá lá, pior seria se fosse o “mais infinito”, caso de uma reavaliação de toda a matemática.
Virou moda propor a vida longe dos aparatos tecnológicos. Todos falam em resgatar o contato com a natureza, a convivência entre as pessoas e todas essas coisas que, é bem verdade, têm caído em desuso.
Amanhã é o grande “shutdown day” (dia do desligamento), que propõe o desafio de passar 24 horas com o computador desligado. [...]
Há algo de muito errado nos canais cabo. No A&E Mundo, antes repleto de documentários e biografias, passam programas como “Crescendo com os Gotti” e “Justiça Contra o Crime”. No Discovery Channel, antes tão científico, passam uns três programas sobre tuning e construção de carros ou motos. E, catzo, o Universal reprisa “Colateral” desde sexta-feira, [...]
Yvan Delporte, um dos criadores dos Smurfs (e que era a cara do Papai Smurf), morreu na terça-feira, aos 78 anos. Só agora lendo a notícia no UOL é que descubro que o desenho tinha uma proposta socialista. Parece que mensagem não foi muito bem passada para as crianças que assistiram.
Via Butuca Ligada.
Todo mundo no universo (menos você que está visitando este blog pela primeira vez) sabe que Pedro, agora com 13 anos, é meu filho. Não só filho, mas companheiro de horas vagas, parceiro de tédio nos domingos, grande jogador de gamão e fonte inesgotável de ironias e toques de sarcasmo (puxou à mãe, culpa dela).
[15:48] Pedro: ei qual é a utilização de modelos atômicos no dia-a-dia? [15:48] Leonardo Fontes: er... [15:48] Leonardo Fontes: cof cof [15:49] Leonardo Fontes: er... [15:50] Leonardo Fontes: ... tu sabe como coloca uma camisinha? [15:50] Pedro: sim [15:50] Leonardo Fontes: tu não tem curiosidade sobre como usa e tal? [15:50] Leonardo Fontes: posso responder isso, sem pró [15:51] Pedro: ¬¬
Todo interneteiro inveterado como eu deve achar a campanha de Barack Obama na internet um modelo a ser seguido, e é. Mas o mérito da campanha democrata não é apenas na internet, é também e principalmente no mundo real, como fica claro nos buttons, alguns hilários (vide exemplos na imagem), que marcam presença nas roupas dos militantes. Enquanto isso, McCain mantém uma linha mais austera e menos simpática.
Não sou um sujeito esportivo (futebolístico então nem se fala) e tão pouco conhecido pelo meu esfuziante otimismo, mas não vejo motivo para choro na derrota do futebol feminino para as americanas - na verdade, ainda não vi motivo para choro em nenhuma derrota brasileira nesses jogos. Pela primeira vez, vi pessoas comuns (leia-se aquelas que não são fanáticas por tudo quando é esporte com bola), em uma mobilização digna de partida de final da seleção masculina. Essas meninas podem ter perdido o jogo, mas conseguiram elevar de categoria uma modalidade de esporte considerada de segunda até bem pouco tempo. A meu ver, uma vitória histórica, sempre muito mais valiosa que essas passageiras de 90 minutos.