Ao grande Paul Newman
Cinema é uma arte estranha, cria laços emocionais com histórias, músicas, diretores, personagens e atores. Quando alguém como Paul Newman, ícone de uma época de bons filmes (daqueles que não se fazem mais), representante de uma arte de atuação cada vez mais esquecida e trocada por estrelatos vazios, parte, a sensação, cliché e inevitável, é de que tudo ficou um pouco mais pobre, menor. Tô de luto por aqui. Beberei-o. Da matéria do link no NYT, cito:
Se Marlon Brando e James Dean definiram o americano desafiador como um rebelde, Paul Newman o recriou como um renegado, uma figura exageradamente bela de um animal de espírito elevado e candor de olhos azuis, cujo magnetismo era quase impossível de resistir, fosse ele como Hud, Cool Hand Luke ou Butch Cassidy.”
Cheers a ele!


































