No luto Chinês, nada de riso

Em um momento raro e em outro digno das nossas repúblicas de bananas, o governo chinês, em menos de 24 horas, abriu as portas para que a imprensa, blogueiros e mortais divulguem o máximo possível de informações sobre o terremoto e as demandas especiais da população, segundo relato da Wired, e determinou que todos os sites fechem suas editorias de entretenimento, ou seja, nos próximos três dias de luto, nada de frivolidades.

Talvez faça sentido. Mas, entretenimento, riso, não deveriam ser entendidos também como uma das inúmeras necessidades especiais de um povo que viveu uma tragédia desse porte? Isso me parece muito aquelas situações de morte na família em que as crianças não podem ver desenhos animados porque todos devem, necessariamente, sofrer.

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