300 de Sparta!
Vi o “300″. Como sou um arrematado chato em matéria de cinema, não gostei. Uma ruma de homem batento no peito (tá, eles não batem no peito, mas tem gritinho de turma alucinada e tudo mais), que matam outros tantos e depois são mortos. Não vejo nada de interessante nisso, da mesma forma que não vejo em grito de guerra de futebol americano, vôlei, basquete, futebol, pebolim ou de tropas antes de matar mil em algum lugar de Bagdá - qualquer semelhança…
Até ia escrever mais sobre o assunto para incomodar alguns amigos fãs que adoram tudo que é baseado em quadrinhos ou que tenha um visual mais assim “passado no sépia”, mesmo quando é uma bobagem (incluindo o próprio quadrinho original). Mas eis que a Miriam Bottan publicou o vídeo acima no Substantivolátil que traduz exatamente o que eu diria.















