Para tudo deve ter um limite
Sou simpatizante do Islã, não como religião ou etnia - com toda a carga cultural da palavra -, mas como povo oprimido. Simpatizo com eles da mesma forma que com os somali ou com os famintos no Nordeste brasileiro. Mas para tudo tem limite.
Agora (ou já há algum tempo) qualquer movimento do Ocidente melindra todo e qualquer líder religioso daquelas bandas. Se Jack Straw fala sobre a burca, neguinho sobe nas tamancas. Se alguém fala sobre liberdade feminina, é um Deus nos acuda. Se o prédio da Apple em Nova York se parece com a Kaaba é motivo de ofensa.
É uma espada eternamente erguida sobre as nossas cabeças (pior que são duas, a outra são nossos camaradas americanos). Esses caras precisam aprender a conviver.














