Adeus Ubuntu
Juro que tentei, mas não deu para manter. Não quero ser mal-entendido pelo fãs, que costumam ser como torcedores de futebol, no entanto a verdade é que o Ubuntu, a versão mais comentada e falada no mundo geek, é um grande OS, mas não funciona.
Parei de usar por uma questão de praticidade mesmo. Vou explicar. Meu laptop tem a mania de esquentar demais e, quando isso acontece, ele simplesmente desliga. Não avisa, não dá nenhum sinal, simplesmente desliga. O problema, no meu caso, é contornável no Windows XP pelo gerenciamento de recursos, basta diminuir o nível de processamento da CPU para a metade que o computador não esquenta mais, fica totalmente cuca fresca. Como tenho um Pentium 3 Ghz e não sou propriamente um consumidor de recursos já que meu trabalho requer apenas um editor de texto e um de imagem e não sou muito de joguinho (só os do Atari), trabalhar com 1.8 Ghz não é de forma alguma desconfortável.
Esse gerenciamento no Ubuntu é uma aventura épica. Tem que entrar mil e poucas linhas de código, desabilitar trocentos programas e habilitar mais trocentos, o suficiente para fazer você se sentir um hacker. Acho que depois de conseguir fazer o gerenciamento funcionar habilita a pessoa a invadir até o Pentágono. É uma coisa de doido.
Outra probleminha foi a reprodução de multmídia. Para ouvir música é necessário baixar uma ruma de codecs que não vêm inclusos no sistema. E não são codecs para tocar OGG ou APE (esses vêm embutidos), mas para tocar um simples MP3. E, mesmo depois de instalados, tem hora que não toca, aí tem que mudar um negócio chamado AOSS para outro chamando RPM (?), ou vice-versa… E tudo com linha de comando…
Pois é, não deu, foi bom enquanto durou, tivemos um papo-cabeça e resolvemos dar um tempo. Talvez daqui uns 6 anos eu tente novamente. De repente, até lá, ele reconhece minha placa de vídeo direito.














